LUIS  CASTRO  LOPO

Biografia

 

 

            LUÍS CASTRO LOPO  nasceu em Lourenço Marques em 1958. Frequentou a Escola Superior de Belas Artes  de Lisboa. Visita os museus da Europa, estudando detalhadamente os grandes Mestres da Pintura.  Está representado em diversas colecções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.  Destacado  nas capas da revista “Selecções do Reader’s Digest” em Julho de 1990 e 1992 em Portugal e Agosto de 1990 e Julho de 1992 no  Brasil. Também mencionado em alguns livros, tais como:  “Aspectos das Artes Plásticas em Portugal, Vol.II; “Artes Plásticas Portugal-O artista, seu mercado”; Batik/Graphic’96  e  “Who is who of the Artists in Portugal”.

            Exposições Individuais                               Algumas Exposições Colectivas

1987 - Sociedade Nacional de Belas Artes    1986 - VII Salão de Outono do Casino do Estoril
1988 - Galeria Escorial - Lisboa   1988 - IX Exposição de Artes Plásticas de Sintra
    Galeria de Arte Alfa - Lisboa   1988 - Arte Jovem-Salão da Primavera do Casino do Estoril
    Galeria do Museu Regional de Sintra   1992 - "Artistas Portugueses en la Barcelona del 92"
    Galeria do Posto de Turismo de Chaves       Galeria Marabelló - Barcelona
1989 - Galeria 601 - Lisboa   1992 - Galeria Pizarro 8- Valencia - Espanha
    Galeria E.C. - Colares   1994 - "Flores e Primavera" - Galeria Euroarte
1990 - Galeria Capitel - Leiria   1995 - 47. Frankfurter Buchmesse - Frankfurt
1991 - Galeria Nazareth´s - Porto   1996 - "Maternidades" - Galeria Euroarte
    Galeria do Museu Regional de Sintra   1996 - "Fernando Pessoa" - Galeria de Arte do Casino Estoril
1992 - Galeria Forma - Braga   1996 - "Realismos" - Galeria Euroarte
    Galeria E.C. - Colares   1997 - "Arte Lusófona" - Sintra'97
    Galeria Nazareth's - Porto   1997 - "I Salão do Pastel" - Galeria Euroarte
1993 - Galeria Capitel - Leiria   1997 - "Paisagem Portuguesa"-Gal. de Arte do Casino Estoril
1996 - Galeria Capitel - Leiria   1998 - Galerias Vieira - Lisboa
1997 - Galeria E.C. - Colares   1998 - I   Bienal de Arte Figurativa de Alenquer
1999 - Galeria Arte Vária - Coimbra   2000 - II  Bienal de Arte Figurativa de Alenquer
2000 - Galeria Capitel - Leiria   2002 - III Bienal de Arte Figurativa de Alenquer
2003 - Galeria Capitel - Leiria   2004 - Galeria E.C. - Colares

 

Algumas críticas

      Insere-se CASTRO LOPO no realismo; desenho e cor unem-se para uma descrição perfeccionista e perfeita. Nem um pormenor escapa aos seus pincéis, tudo é captado, agarrado, sem chegar  a uma transcrição fotográfica, mas roçando-a.  A pintura de   CASTRO  LOPO   é a demonstração do seu domínio técnico, da sua capacidade.      Toca muito bem a luz,  centra os temas ao redor da figura feminina,  rodeia-a de jardins e ambiente...   Criador minucioso,  de entrega total,  fiel reflexo de uma forma de criar na qual predomina a técnica e o conhecimento.
                                                                                                                                                                 

                                                                                                                                                                       J. Julio

                                                                                                                                 (Gal-Art, Barcelona, Junho/92)


         Foi das exposições  mais convincentes que observei em Leiria, e onde me referi no tempo e agora reforço essa emoção com estas breves palavras sobre um artista nobre, vertical,  que nos dá a mágica visão da mulher que povoa os nossos sonhos, ora como imagem peregrina, extática absorta, ora como companheira, mãe ou filha, esposa ou amante, no paroxismo duma adulta e soberba pintura.
  Manuel Bontempo     


       A predominância é de figuras femininas, em atitudes românticas, expressivas de uma sensibilidade atraente, que estabelecem uma corrente contínua de simpatia com o observador.
         A  luz do sol domina em todos os quadros,  realçando as atitudes,  o vestuário,  a estação do ano,  a hora do dia e o espaço,  isto é,  a  relação da pintura com o meio em que se insere a representação  do espaço natural  ou imaginário.
         As cores,  em relação  lógica com o objectivo e com o ambiente,  são muito bem  graduadas e  relacionadas, sentindo despertar em nós uma poesia pura, à margem de significados intelectuais ou eróticos, expressão de uma sensibilidade  invulgar do criador,  cuja criação pode ser sintetizada na bela frase:  " A  cor da poesia  é  a  poesia da cor".

                                                                                                                                                        Manuel Silvério 



         Possui L. CASTRO LOPO,  jovem artista português,  uma força  extraordinária  no  manejo  do desenho e plasmação da luz. Minucioso, realista, convertendo a figura feminina no centro da sua obra, realiza uns quadros perfeccionistas, nos quais todos os detalhes estão cuidados ao máximo.
         Excelente desenhador,  sabe aplicar a  cor  com  pulcritude,  conseguindo umas  telas de grande limpeza e realismo quase fotográfico, às quais confere um toque romântico e ao mesmo tempo elegante e senhoril.
                                                                                                                                                         

                                                                                                                                                         A. Taboada

                                                                                                                      (Gal-Art, Barcelona, Setembro/91)

 

Atmosfera da vida e do viver

 

Este poderia ser o tema da exposição do LUIS CASTRO LOPO.  Um jovem que conheço desde mais jovem  (1987)  e  que  me  impressionou  na sua primeira exposição.  Hoje,  com mestria,  pelo seu constante trabalho e estudo, ele mostra uma evolução de mérito reconhecido.

Na  figura  humana,  na  fantasia  da mulher,  em  cenas  do  interior  ou  exterior,  domina  luminosas composições dando à roupagem a luz e o natural da gravidade.

            Parabéns Luís pela tua arte e humildade.

 

                                                                                                                                                          Edmundo Cruz

 

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